Troquei o Suse pelo Ubuntu raiz

Há certo tempo, venho necessitando ter que usar o Windows, logo, vi que precisaria fazer dual boot. Então, pela primeira vez, fiz o dual boot no meu laptop ideapd com 1 terabyte de armazenamento.

E como era previsto, errei por nunca ter feito esse procedimento. Fiz o openSuse Thumbleweed entrar em conflito, após ter configurado o Windows 11 via ao dualboot.

Então pesquisei qual o motivo do conflito e sobreaquecimento em minha máquina, e depois de apurar em sites e conversar com Grok e o GPT, chegamos a conclusão que o sistema Yast estava entrando em conflito com o sistema Windows, e que o rolling release do Suse estaria sendo o responsável pelo sobreaquecimento da máquina com o dualboot.

Antes de fazer o dualboot, já fazia quase dois anos que usava o sistema linux do camaleão, então foi uma surpresa ver que o camaleão não gostou de ter uma “janela americana” em meu computador.

Sendo assim, comecei a procurar distros linux que funcionavam bem com dual boot, e entre Mint e Ubuntu, escolhi o sistema astronáutico sul-africano. O que me deixou apreensivo foi que muita gente dizia que o Ubuntu estava ruim, bem, fazia cinco anos que não usava o Ubuntu ou qualquer outra flaviour, logo não perderia nada em experimentar.

Confesso que achei ele muito pesado para fazer download, mas, nada muito estrondoso. A instalação é muito simples e, para mim foi curta, a dificuldade de muitos na instalação seja a a quantidade de textos massudos com uma fonte fina, isso dificulta um pouco quem quer instalar rapidamente, mas, se parar para ler com calma, evita-se instalar muitos programas adicionais e, em grande parte, desnecessários.

Outras coisas que li criticarem foram os snaps e o tema yaru, contudo, confesso que adorei o tema yaru — achei uma incrível releitura do Ubuntu antigo, de cinco anos atrás que usei no IFMA, saudades Ensino Médio. Porém, nunca me agradou os snaps, além de pesados, hoje os apps são mais decorrentes em flatpaks. Com isso, só desinstalei os snaps.

Para finalizar, adorei voltar usar o sistema astronáutico sul-africano. Me traz boas lembranças, e acredito que boa parte das coisas que os scripts de “desbotificação” fazem, podem ser feitos na instalação prestando atenção nos textos do instalador, e depois de instalar remove os snaps caso não goste.

Cara assim, se você utiliza o linux apenas para desenvolvimento(estou presumindo isso), hoje com tecnologias como WSL não existe mais a necessidade de utilizar o sistema em DUAL BOOT, ainda mais por questões de facilidade, da uma olhada no canal da Full Cycle no youtube, lá eles mechem muito com WSL2 e ambiente de desenvolvimento integrado Linux/Windows, tu vai ter uma boa surpresa se ainda não conheçe sobre.

Obrigado pelas recomendações . Eu conheço sim, mas nunca havia feito dual boot. Logo , preferi fazer pela primeira vez . Eu estou usando o Windows só para jogar e mexer em apps que possuem anti-kernel na verdade .