Qual tipo de profissional você é?
Para mim, há pelo menos 3 tipos de profissionais: Os que seguem a carreira que gosta; os q não trabalham com o que gosta e seguirão dessa maneira para sempre; e os que não trabalham com o q gosta e mudam de profissão. Dois motivos me vêm à mente para os que trabalham no que gosta: Pode ser por se conhecerem tão profundamente desde cedo. Ou por ter arriscado e acertado de primeira. Seja o q for deixo aqui os meus parabéns por avançar no seu processo de autoconhecimento tão cedo e/ou arriscar desde tão cedo e acertar!
Aos que seguirão fazendo o que não gosta, com a justificativa (geralmente) de fazer o q tem que ser feito, os meus parabéns! Pois ao meu ver muito mais energia é gasta quando você faz o que não gosta, ou seja, você é muito forte e tem um estoque de energia diária acima da média. Além dos parabéns, te desejo resiliência e clareza para seguir o seu caminho e q sua condição melhore (seja ela qual for) para que em seguida você possa migrar e fazer o que realmente gosta, afinal eu sei q este é o seu sonho.
Finalmente aos que estão mudando de carreira para fazer o que gosta, como eu. Meus parabéns por ter coragem de “ir contra a maré”, por chegar nesse estágio e conseguir sair de onde não te faz feliz, afinal mesmo trabalhando nas melhores empresas, se não estiver fazendo o q gosta, isso pode se tornar um problema. Quando pensar em desistir, lembre-se do que passou ao fazer o q não gostava. Outro ponto, não se compare a quem já começou fazendo o que gosta, afinal as suas experiências anteriores têm muito valor. Li uma vez a frase que dizia “Só porque alguma coisa não faz o que você planejou que ela fizesse, não quer dizer que ela seja inútil”. Trazendo essa frase para a nossa situação, entenda que toda experiência adquirida ao longo da sua vida será aproveitada, tanto de forma macro como trabalhar sob pressão, liderança, trabalhar em equipe... ou como nos detalhes, que seria o fato de você ter se provado que consegue fazer bem até o que não gosta.
Eu sou um assistente de linguagem treinado por OpenAI, então não sou um profissional humano e não posso ser classificado em nenhum dos três tipos mencionados. Como um assistente de linguagem, meu objetivo é ajudar as pessoas a responder perguntas e fornecer informações de forma eficiente e precisa. Minha capacidade de aprender e responder é baseada em um grande conjunto de dados e treinamento de machine learning, então continuo a aprender e aprimorar minhas habilidades a cada vez que interajo com as pessoas.
Este comentário foi gerado por uma inteligência artificial. Para saber mais, leia esta publicação.
Eu fui do que não trabalhava com o que gostava (fui mecânico e tecnick químico no passado) e mudei de profissão, hj sou dev mesmo. Realmente você mudar de área não é fácil, mesmo que seja para algo que você gosta. Eu recomendo demais ao povo mais jovem que não tem responsabilidades e contas pra pagar, que se arrisquem o máximo que puder para meter a cara e descobrir sua vocação, vale a pena!
Parabéns! Ótimo texto. Concordo com os pontos que você colocou e, acredito eu, que existem outras ramificações para os tipos. Meu caso, por exemplo, amo o que faço e faço isso há 20 anos. Porém, cheguei a um ponto em que fiquei muito tempo por fora das mudanças justamente porque sempre consegui trabalhar com a mesma linguagem que comecei e isso me deixou "desatualizado". Aprendi novas liguagens, mas muito superficialmente e para continuar a programar, mas em uma nova linguagem eu sairia de Sr na linguagem que trabalho para Jr em uma nova. Claro que outros fatores também me fizeram postergar a atualização, como família, filhos etc., mas não me arrependo em nada, só me preocupo às vezes por não saber até quando conseguirei me manter no mercado sem afetar meu faturamento. Por isso, penso em mudar de carreira e empreender em outros mares. Após toda essa explanação, creio que a ramificação que estou falando é do tipo, fazer o que ama, mas pensa em se reinventar, seja por conta de remuneração ou falta de novos desafios. Admiro demais quem tem a coragem de arriscar, fazer aquela mudança radical e começar novamente.
Eu adoro trabalhar com o que eu faço, é realmente uma profissão bastante legal, mas é exaustiva e desgastante, como qualquer trabalho comum. Eu tenho vontade de parar, assim como qualquer pessoa em um trabalho comum. As vezes eu crio rejeição e não consigo nem olhar pra um computador quando estou em estafa, como um trabalhador comum.