Mapeando Processos na Praia 🏖️: Um Guia Relax, mas Eficiente para Desenvolvedores (e não só!)
Aquele momento: sua colega precisa mapear os processos de trabalho dela (sim, aquele troço chato, mas necessário). Ela precisa colocar tudo no Bizagi (ou similar), e você, como o bom samaritano nerd que é, se oferece para ajudar. Mas por onde começar? Calma, jovem Padawan, pegue seu coco 🥥, sua cadeira de praia 🏖️ e vamos lá!
Este artigo é um guia prático, no estilo "relax, mas eficiente", para te ajudar a mapear processos com a leveza de um dia na praia. Imagine que você está construindo um software, mas em vez de código, você está organizando fluxos de trabalho. Afinal, um processo bem mapeado é como um código limpo: fácil de entender, manter e escalar.
Tá, mas como funciona?
A ideia aqui é simples: quebrar o processo em atividades menores, como se fossem funções em um programa. Vamos usar o exemplo do vídeo, onde a colega precisa mapear o processo de "Simulação de Proventos antes da Aposentadoria":
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1. Entenda o Escopo (a.k.a. Requirements Gathering): Peça para a pessoa descrever o que ela faz, como se estivesse explicando para um alien 👽. Quanto mais detalhes, melhor. No exemplo do vídeo, a descrição veio por e-mail. Isso é tipo um
console.log
da vida real, mostrando o estado atual das coisas. -
2. Quebre em Atividades (a.k.a. Decomponha o Problema): Com a descrição em mãos, comece a dividir o processo em atividades menores. Pense em cada atividade como uma função com inputs e outputs. Anote tudo, mesmo que pareça óbvio.
- Exemplo:
- Interessado solicita simulação (via e-mail)
- Sefip identifica a fundamentação legal
- Sefip analisa informações no SH
- Apurar valor bruto dos proventos
- Apurar descontos compulsórios
- Apurar consignações
- Apurar valor líquido
- Exemplo:
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3. Defina a Sequência (a.k.a. Fluxo de Execução): Qual atividade vem depois da outra? Existem atividades paralelas (tipo
async/await
)? No exemplo, "Apurar descontos", "Apurar consignações" e "Apurar valor líquido" acontecem em paralelo. Isso é importante para otimizar o processo e evitar gargalos, tipo quando seu código fica travado em um loop infinito! -
4. Identifique Responsáveis (a.k.a. Ownership): Quem é o "dono" de cada atividade? Isso ajuda a definir responsabilidades e facilita a comunicação. Imagine um projeto sem um Git blame… o caos!
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5. Documente as Entradas e Saídas (a.k.a. Interfaces): O que cada atividade recebe como entrada e o que ela produz como saída? No exemplo, a entrada para "Identificar fundamentação legal" é a matrícula do servidor, e a saída é a própria fundamentação. Isso é como definir os parâmetros e o retorno de uma função.
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6. Revise e Valide (a.k.a. Testes e QA): Mostre o mapeamento para a pessoa que te pediu ajuda e valide se tudo está correto. Afinal, de nada adianta um código perfeito se ele não faz o que deveria fazer.
Exemplo Prático (baseado no vídeo):
Imagine um diagrama de fluxo com as atividades listadas acima, conectadas por setas. As atividades paralelas seriam representadas por ramificações no fluxo.
Por que isso importa?
Mapear processos ajuda a:
- Identificar gargalos e ineficiências: Tipo aquele loop infernal de callbacks!
- Automatizar tarefas: Chega de Ctrl+C, Ctrl+V!
- Melhorar a comunicação: Todo mundo na mesma página.
- Aumentar a produtividade: Mais tempo para o cafézinho ☕ e o code golf ⛳.
Dicas Pro:
- Use uma ferramenta visual para facilitar o mapeamento (Bizagi, Draw.io, Lucidchart...).
- Não tenha medo de iterar. O primeiro mapeamento raramente é o ideal.
- Documente tudo! Isso facilita a manutenção e o onboarding de novos membros da equipe.
Links Úteis:
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